sábado, 9 de julho de 2011

A Voz do Silêncio

A Voz do Silêncio

O silêncio na hora certa vale ouro. Ele pode falar mais que mil palavras, dar mil conselhos e evitar uma situação constrangedora. Temos o hábito de falar demais e nos esquecemos que não há retorno para o que foi dito.

Muitas vezes quando não falamos acabamos dizendo muito.

Quando há atrito entre duas ou mais pessoas e elas não conseguem se conter, acabam por dizer coisas que, de maneira refletida, não diriam. Uma discussão é como uma fogueira e as palavras são o vento que aviva a brasa; quanto mais se fala, mais a brasa arde; quanto mais as pessoas dizem nessa situação, menos refletem e acabam por alterar a voz, de maneira que no fim das contas o que se ouve são gritos.

Quantas e quantas pessoas não estragam uma relação só por que não souberam a hora certa de falar e a de calar! Quantos desentendimentos por que, querendo se comunicar, acabaram simplesmente cortando a comunicação com palavras vazias e irrefletidas!

Quando falamos rápido demais, corremos o risco de dizer o que não diríamos se tivéssemos pensado duas vezes. Magoamos assim as pessoas e nos magoamos. O arrependimento que vem em seguida não apaga as palavras, não corrige os erros e deveria nos servir de lição... o que nem sempre acontece!

Poderíamos aprender a contar até 10 ou mesmo 100 antes de responder bruscamente a algo que nos afetou. A resposta não será certamente a mesma depois de passado um tempo. Mas para as pessoas que não conseguem se conter numa discussão, o melhor é o afastamento temporário.

É muito melhor pensar sem falar que falar sem pensar.

Uma boa noite de sono pode ser excelente para acalmar a chama. Costuma-se dizer que a noite dá conselhos. Penso que, sobretudo, ela nos dá a oportunidade de, sozinhos, colocar em ordem nossa cabeça.

Pensar duas vezes antes de falar, sim. Mesmo três ou dez se necessário. Ficar em silêncio quando a melhor resposta é o silêncio é dar ao outro a chance de pensar um pouco sobre a situação. Em muitas brigas onde as palavras correm como as águas do rio, freqüentemente chegam a discussão coisas que nem deveriam estar lá. Vai-se desenterrando o passado com palavras e lembranças e isso ao invés de ajudar o presente, só piora.

Às vezes a melhor resposta é o silêncio, desde que não seja prolongado o bastante para cortar a comunicação. Ficar dias sem falar com uma pessoa só porque esta está em desacordo com nossa opinião é imaturo. Uma noite é e deve ser suficiente para que duas pessoas possam se olhar de frente e conversar como adultos.

Isso faz parte da maturidade. Pessoas maduras chegam na hora certa e partem na hora certa nos encontros marcados da vida. Dizem o que deve ser dito e ouvem caladas. Pensam seriamente no que o outro diz sem ficar obstinadas com as próprias idéias. Elas se comunicam, dão e recebem. Crescem em sabedoria e contribuem para que o mundo seja um lugar mais agradável de se estar.

Letícia Thompson

Não Crie Expectativas, Viva a Sua Vida!

Não Crie Expectativas, Viva a Sua Vida!

Acho que o grande erro das pessoas é criar expectativas que estão além do real e possível. Falo de relacionamentos de um modo geral. Quando analisamos os desentendimentos, as frustrações e decepções; percebemos que boa parte está ligada de alguma forma às expectativas criadas com relação ao que os outros podem oferecer.

Uma das coisas mais difíceis que vejo é a consciência da individualidade. Somos seres individuais, não tem jeito! Somamos experiências apenas, mas antes de tudo vivemos coletando informações, cuidando de nossa matéria e espírito, enriquecendo (ou tentando) o nosso ser. É dessa forma que contribuímos quando podemos somar. É assim que acrescentamos nos relacionamentos. Seria injusto achar que os outros estão em busca dos mesmos objetivos que nós! Talvez o egoísmo surja dessa forma de pensar. Buscar nas pessoas aquilo que queremos para nós e não o que de fato elas podem, através de sua riqueza individual, nos ensinar. Alimentamos a esperança de que todos se encontram no mesmo estágio dos anseios e desejos. Usamos os outros como espelhos e esperamos enxergar neles apenas o que queremos.

Poucos se dão ao trabalho de buscar aquilo que difere uns dos outros. A grande maioria está carente por respostas e as buscam ansiosas, pressupondo que o mundo tenha que oferecer-lhes prontamente. As dependências emocionais são criadas a partir das expectativas e conseqüentemente delas nascem as decepções.

O que esperar das pessoas? Nada! Essa é a resposta. Simples assim! Faça a sua parte, viva a sua vida alimentando-a com as suas conquistas, buscando o seu próprio caminho e as suas respostas. Não espere que os outros te ofereçam aquilo que você sonha. Não é missão de mais ninguém a sua felicidade. É seu dever! Nós permitimos a participação das pessoas em nossa vida, mas o papel principal ainda é único e exclusivo nosso. Somos nós que comandamos e escrevemos a nossa história. As pessoas surgem para compartilharem as suas experiências ou apenas para realçarem a beleza da história, mas não está nas mãos delas o lápis ou o pincel.

Se você tem cobrado das pessoas a realização dos seus projetos e as culpado por não atenderem às suas expectativas, reveja os seus conceitos. Aceite o fato de que somos responsáveis pelos nossos atos e são eles que nos levarão para o caminho que queremos. As pessoas apenas nos acompanham e nem sempre durante todo o percurso, pois elas mesmas possuem metas próprias.

Nos relacionamentos (independente do campo) o ideal é a soma e só pensar em divisão quando podemos contribuir com a nossa parcela de aprendizado. Caso contrário haverá apenas subtração e, nesse caso, alguém sairá perdendo e muito provavelmente ficará frustrado. A liberdade, praticada em sua máxima, nos permite ir além dos desejos alheios. Ela nos condiciona a buscar nossos próprios ideais. Dessa forma teremos mais chances de enxergar o mundo como uma grande engrenagem, onde cada peça é fundamental para o seu funcionamento. Você é uma delas! Exerça o seu papel... Viva a sua vida!

Jackie Freitas

Somente com a Minha Permissão...

Somente com a Minha Permissão...

(...)

Quando digo que se algo nos acontece é com a nossa permissão, é porque, de fato, em algum momento, fizemos uma opção que levou àquilo (me refiro a questões existenciais e do quotidiano particular). A grande questão nisso tudo, é que a todo o momento estamos fazendo escolhas, optando entre a, b, c, d, etc, e é praticamente impossível termos a noção exata do quanto cada uma delas implica tanto em renúncia a todas as outras bem como das conseqüências futuras de seus desdobramentos… penso ser esse o ponto que mereça nossa atenção.

Mas então, o que fazer? Pergunta de difícil resposta, mesmo porque esse retorno diz respeito muito particularmente a cada um de nós, à capacidade de resiliência de cada um, inclusive. Em primeiro lugar, penso que seja interessante pensarmos que o “se” não existe. Coloco isso pois costumeiramente esse é o primeiro pensamento que nos vem à mente quando percebemos que tomamos uma atitude errada ou que deveríamos ter feito algo diferente, por exemplo. Pois bem, não podemos voltar atrás e fazer de outra forma. Podemos, sim, analisar o que fizemos para que não venhamos a repetir a mesma coisa exatamente da mesma forma. E é aí que a coisa complica, pois temos uma tendência medonha à repetição, aquela coisa de nem perceber o que fazemos, ou de “eu sei que não devo, mas não consigo fazer diferente”, ou, ainda, o que eu muito ouço no consultório “eu sei que não devia, mas é mais forte do que eu!”.

Então, leitoras. Não existe receita, não existe regra, até porque o que é bom para um não é bom para o outro, e por aí vai. Existe, contudo, aprendizagem, amadurecimento e conhecimento de si próprio. Procure registrar na sua “memória RAM e HD” os seus feitos e suas repercussões, de forma a usá-los como guias para suas futuras escolhas, desde as mais simples às mais dilemáticas. Saiba que a tendência à repetição vai estar ali, imprimindo a sua dura existência, mas que sempre existirão possibilidades diversas. A vida é cheia delas, afinal. A consciência de que você pode fazer diferente, além de tirar-lhe da posição de vítima do mundo – e veja bem, a vítima está sempre à mercê do algoz – e colocar-lhe como ativa na sua própria história lhe confere incontáveis possibilidades reais de fazer diferente. Mas somente com a sua permissão.”

Aline Baumer é Psicóloga

A Inteireza da Vida

A Inteireza da Vida

Ninguém vive pela metade. O espaço de vida de cada um é o que cada qual tem de inteiro. Se dura vinte ou cinqüenta anos, não faz diferença. O que conta é que uma vida é uma vida.

Não existe meio amor, meia felicidade, meia saudade. Todo sentimento por si só é inteiro. Ou a gente é feliz ou não é; ou ama, ou não ama; ou quer, ou não quer. Quando amamos, dúvida não existe; se queremos realmente, dúvida não existe; se somos felizes... cadê o espaço pra infelicidade, se a felicidade toma conta de tudo?!

Então, se você se sente nesse meio caminho, talvez seja o momento de parar e refletir um pouco na sua existência. A vida é inteira, mas não temos a vida inteira para decidirmos vivê-la intensamente. Temos o agora. Há quem diga que pelo fato de ser jovem ainda tem tempo. Mas quem, além de Deus, sabe dizer a medida da vida de cada um? Perdemos preciosos minutos no nosso hoje com a idéia que amanhã as coisas acontecerão e que podemos esperar.

Quando começamos a medir e pesar nossos sentimentos, não vamos a lugar nenhum. Haverá sempre uma luta cerrada entre o coração que quer viver e a razão que mede conseqüências. Medindo dificuldades, não fazemos nada. Se devemos medir alguma coisa, devem ser então as possibilidades. Aí sim estamos no caminho certo.

Para os pessimistas uma pedra é um estorvo, para os otimistas é um pedacinho do alicerce da própria vida. O segredo está no olhar com que cada um vê as situações.

Só enfrentando os medos e o desconhecido é que conseguiremos viver de forma inteira essa vida que se oferece a nós em pedaços. Ninguém disse que não há riscos. Mas não é melhor arriscar do que viver o restante dos nossos dias na infelicidade de se perguntar o que teria sido se tivéssemos tentado?

Quando fizer alguma coisa, faça com inteireza de coração. Ame totalmente, ria totalmente, faça de tudo um todo. A vida é bela demais para ser deixada em suspenso. O amor é bom demais para que possamos vivê-lo em pequenas partes, sem que o tornemos real e possível.

Tente viver com a metade do seu coração e veja se consegue... difícil ser feliz sem ser completo. Impossível ser completo parado num caminho de indecisões.

O coração talvez não seja o melhor conselheiro. Mas é o que nos mantém vivos e que está sempre junto, sempre ligado a nós. Deixe, pelo menos uma vez, que ele fale mais alto...

Letícia Thompson

Barcos da Vida

Barcos da Vida

Vida sem compromisso, sem lutas, é como barco em mar sem vento, é como carro sem combustível, bicicleta sem pedal…

Ai daquele que se acostuma com o que parece “seu”, tudo vai ser tirado de repente.

Ai daquele que acredita que possui alguém ou alguma coisa, nada vai lhe restar senão a dor da solidão, um longo tempo para reflexão.

Ai daquele que insiste em viver do passado, o tempo vai lhe roubar o que deixou de viver, e quando acordar, quem sabe o que vai lhe restar?

Pegue os remos da sua embarcação, tome coragem para mudar o rumo desse barco, não deixe que façam o seu caminho, nem escolham o seu destino.

A vida é sua, o roteiro é seu, e felicidade é tesouro pessoal, que só podemos compartilhar, dividir, quando a possuímos.

Não espere ser feliz com a felicidade dos outros.
Não se anule em nome de nada e nem de ninguém.

Um dia, mais cedo ou mais tarde, somos chamados, pelo Tribunal da Nossa Consciência, para dar conta dos atos e atitudes que praticamos, para ver o que eles fizeram de bem e de mal para nós mesmos.

Ai de quem, na hora da pesagem, descobrir, que pouco fez para a sua felicidade.

Que viveu uma ilusão, um amor fracasado, uma maneira errada de amar, de viver e se entregar e ficou preso ao sonho que virou pesadelo. O preço das escolhas erradas, quase sempre é muito caro, é solidão, desânimo, desgosto, cansaço…

Antes que o julgamento venha, pegue os remos do seu barco e escolha a direção, ouça o que diz o coração, mas escute a razão. Só então, mude o rumo e siga de verdade, rumo ao bem estar, rumo a sua felicidade.

Eu acredito em você.

Paulo Roberto Gaefke

Quando Me Amei de Verdade

Quando Me Amei de Verdade

Quando me amei de verdade, pude compreender que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa. Então pude relaxar.

Quando me amei de verdade, pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma coisa ou alguém que ainda não está preparado inclusive eu mesma.

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Isso quer dizer: pessoas, tarefas, crenças e - qualquer coisa que me pusesse pra baixo. Minha razão chamou isso de egoismo. Mas hoje eu sei que é amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer planos. Hoje faço o que acho certo e no meu próprio ritmo. Como isso é bom!

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão, e com isso errei muito menos vezes.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Kim e Alison McMillen

A Busca da Paz!

A Busca da Paz!

Cada vez mais nos distanciamos de nossa essência e, conseqüentemente, entramos num turbilhão de pensamentos destrutivos, ecoamos palavras carregadas de violência e agimos sempre na defensiva, como se o mundo fosse um grande campo de batalhas.

Muitas vezes ficamos num tal desassossego, que entramos em profunda depressão, e a vida torna-se carente de encantamento. Nos identificamos com os nossos limites, carências, dúvidas, fraquezas e com o medo. Tal situação ocorre porque o nosso ser está dissociado: corpo, mente e espírito não são UM.

Perdemos a auto-estima e o caminho que nos leva aos tesouros escondidos dentro de nós; o caminho que nos leva à nossa verdadeira casa. A volta à nossa casa se faz urgente e necessária. Isso somente será possível quando apaziguarmos nossa mente, diminuindo os ruídos internos e externos.

Muitas pessoas não conseguem ficar um minuto em silêncio; tem necessidade de falar, falar, numa verborragia desnecessária e poluente. Com isso, perdem a possibilidade de se relacionar de forma plena com o outro, ouvindo e falando de forma consciente, doando-se completamente naquele momento. “Antes que sua boca fale ao outro, deixe o seu espírito falar primeiro.”

E como começar a caça ao tesouro perdido? Inundando a mente com pensamentos construtivos, permeando o mundo com amor, tolerância e paciência.

Tornando-se um farol a irradiar paz ao seu redor. Ter um olhar compassivo para consigo mesmo, buscando compreender tudo aquilo que nos acontece como um degrau para a nossa evolução. O grande desafio de nossas vidas é entender que o importante não são as coisas que nos acontecem, mas como reagimos a elas.

Meditação significa medir a ação, estar presente em tudo aquilo que se está fazendo. Não me refiro a ficar sentado por horas em posição de Lótus, entoando mantras, mas sim, ser um expectador de sua própria existência. Como se fosse uma outra pessoa a observar seus pensamentos, suas palavras, suas ações. Desta forma, nos tornamos co-criadores de uma nova realidade; passamos a ter domínio sobre nossas vidas, fazendo as escolhas acertadas. Eu posso escolher ter esse ou aquele pensamento, usar esta ou aquela palavra, agir desta forma ou daquela. Posso escolher também ser uma vítima eterna dos infortúnios e estar sempre procurando um culpado, ou então compreender que nos sintonizamos com situações, eventos e pessoas. Nada no universo é aleatório, e não existe “acaso”.

O ser humano possui dentro de si inúmeros talentos, riquezas e sentimentos elevados. No entanto, o processo de dissociação corpo-mente-espírito levou-o a afastar-se de tudo o que é divino em si, gerando conflitos internos e externos, culminando com violência de toda sorte.

É chegada a hora do reencontro. O rei precisa retomar o seu reinado e sentar-se no seu trono de glória.

O Planeta Terra passa por inúmeras transformações; não há mais tempo. As mudanças em nós precisam acontecer agora. Reconhecer-se como herdeiro do trono divino é essencial para efetivarmos todas as mudanças e renascer num novo tempo, em uma nova dimensão.

Chega de lamúrias e sofrimento. Pare de nadar contra a correnteza. Comece já a transformação. Mergulhe no oceano de paz e equilíbrio. Sintonize sua mente com a Luz divina e essa luz te protegerá para sempre e te fará reconhecer-se como um Ser superior, dotado de potencialidades, virtudes e possibilidades infinitas.

Joviana Lopes

História de Coragem e Sucesso!!!

História de Coragem e Sucesso!!!

Na maioria das vezes somos derrotados por nós mesmos. Temos que lutar contra a maldade interna, a inércia inerente que nos faz desistir, parar de lutar e principalmente culpar os outros pelos nossos resultados negativos. É hora de assumirmos a nossa própria vida e escrever a nossa própria história, ao invés de pedir que as coisas aconteçam, faça você mesmo que elas se realizem.

Nós passamos a maior parte das nossas vidas pensando no PASSADO e fazendo planos para o futuro. Ignoramos ou negamos o PRESENTE e adiamos nossas conquistas para algum dia distante, quando conseguiremos tudo o que desejamos e seremos, finalmente, felizes.

Mas, se queremos realmente mudar nossas vidas, precisamos começar neste momento.

A lei de causa e efeito age não somente na nossa existência presente, mas aplica-se também a todas as nossas existências passadas e as existências futuras.

No Sutra Shinjunkan consta: “Se deseja conhecer as causas do passado, olhe os efeitos no presente. Se quiser saber como será o resultado no futuro, analise as causas (que está fazendo) do presente.” Entende-se então que uma pessoa sofre devido as causas negativas do passado.

Talvez surja a interpretação de uma predestinação de um destino. Mas o budismo explica que todos têm o livre arbítrio de transformar seu futuro, não importa o quão pesado seja o destino, exatamente pelas causas realizadas no momento presente. Com base na Lei Mística e na prática da fé, todas as nossas ações, palavras e pensamentos direcionam-se positivamente.

Nesse sentido, se nós mesmos criamos o nosso presente, temos todas as condições de mudar o rumo de nossa vida (futuro) e moldá-la da forma como queremos.

Você precisa apenas ter determinação, quando você têm uma idéia – o primeiro passo já foi dado, agora você têm que determinar cumprir a sua meta e não desanimar frente aos obstáculos (inerente na sua vida), como por ex: tédio, falta de energia, tristeza, solidão, etc

O leão é reconhecido por sua imponência, força e bravura – um animal robusto, de olhar penetrante, pelagem esbelta e um semblante mesclado entre sereno e vívido.

“Leão é outro nome para uma pessoa de coragem o suficiente para levantar-se só.

É com essa coragem de levantar-se só que encontramos a essência da fé e a chave para a vitória na vida.” Daisaku Ikeda

“Qual é a essência do rei leão? Numa palavra, é a coragem. A coragem não se encontra fora de nós, mas dentro. Tampouco é algo que somente as pessoas especiais possuem. Todos a têm. Porém, são muitas as pessoas que deixam esse tesouro inextinguível fechado dentro de si e passam a vida perdidas sem rumo num mar de covardia, timidez e ilusão. Que desperdício terrível! Devemos “reunir” a coragem e acabar com a covardia.”

Um juramento só pode ser concretizado se houver comprometimento. Esta é a principal conduta que devemos ter quando queremos definitivamente que as mudanças ocorram para nós nesta existência.

Sem o comprometimento, até mesmo as pequenas ações do cotidiano tornam-se vagas.

Desejo a vocês que tenham comprometimento com suas metas e a coragem de levá-las a frente mesmo diante dos obstáculos, que com certeza surgirão... eles surgem para testar o “quanto estamos comprometidos” com nós mesmos.... Lembrem-se, a Causa precede o EFEITO!

“É preferível um único leão a mil ovelhas!” Tsunessaburo Makiguti

(A.D)

Solidão

Solidão

Como suportar passar pela frustração de sentir-se só, sem objetivos e consequentemente com muito medo?

Esse momento doloroso apesar da aparência negativa pode ser bastante positivo para dar impulso ao eu interior e às respostas que precisa. Só estaremos realmente tendo chances de entrar em contato com o que é verdadeiramente importante em nossa vida, quem somos e o que nos sustenta, quando percebemos que nada no mundo externo pode nos sustentar de fato.

Esses momentos podem chegar sem dor, com a colaboração de nossa consciência que se expande e deixa de atribuir aos outros, o poder de sustentar nossa vida. Vemos a tudo e todos como companheiros de caminhada e não como muletas. Ou, essa busca pode vir com angústia, medo e sensação de solidão, quando em meio à dor, todas as nossas crenças são desafiadas, e não podemos contar com ninguém para sustentar nossa angústia e nossa vida. Parece que o chão se abriu a nossos pés, e nos falta o apoio.

Nesse momento de extrema sensação de solidão, a maioria das pessoas se sente como se nada pudesse motivar ou tivesse importância, consistência ou objetivo. Essa é a grande noite escura da alma.

Se continuarmos a procurar fora de nós mesmos as nossas motivações de vida ou a buscar nossa identidade na opinião dos outros, estaremos fadados ao insucesso e a muitas frustrações.

Nosso olhar precisa se dirigir ao interno, à busca de nossa base indestrutível, e essa busca pode ter início com muita curiosidade e prazer.

Mas infelizmente, algumas pessoas precisam chegar a um ponto quase insuportável de tensão para começarem a fazer esse caminho interior. E talvez por não conseguirem abandonar a visão e o mundo externo, essas pessoas acabem provocando que esse mesmo mundo ao qual se apegam as abandone primeiro.

Talvez precisem se sentir descendo às profundezas de um poço escuro para terem que buscar suas respostas e sustento no eu interior.

Mas seja qual for o motivo da descida, pense sempre que no "fundo do poço existe uma potente mola, e não, um ralo." Existe no fundo do poço a mola que nos impulsiona para cima. As vezes, só mesmo chegando ao fundo da piscina é que encontramos apoio pra dar impulso e voltar à superfície. Talvez seja essa a sua hora de subir. Hora de dar a si mesmo esse impulso.

Procure conhecer a si mesmo, sua verdade interior, sua alma, que é quem tem as respostas corretas.

Qual é sua base indestrutível? O que sente de verdade? Qual sua principal missão nessa vida? Quem é você realmente? Quais os seus anseios? Existe algo que só você pode fazer nesse mundo e por isso nasceu, por isso está aqui e agora.

Busque e faça o que veio fazer, sem se importar com o que os outros achem a respeito. Ouse! Construa algo que tem em seu coração e verá o quanto o mundo precisava disso. Mas somente você é quem pode fazer, pois somos seres únicos e a cada um de nós cabe uma parte dentro da grande obra de construção de um mundo melhor!

Todas essas respostas estão dentro de você. Perceba que na verdade você já conhece essas respostas, mas apenas não ousou dizê-las a si.

Não existe solidão para quem encontrou a si mesmo!

(A.D)

O Poder da Auto Estima

O Poder da Auto Estima

Cada pessoa pensa sente, fala e se movimenta da maneira que lhe é própria e que corresponde à imagem que faz de si mesma. Essa auto-imagem sempre tem aspectos físicos, sociais ou intelectuais. Nem sempre, ela reflete essa dimensão múltipla. Com freqüência, misturam-se todas as sensações num pacote único, perdendo-se a amplitude da personalidade, o que acaba por traduzir uma auto-estima sem muita estima.

Auto-estima é gostar de si mesmo. O primeiro passo para isso, é se conhecer. Não posso amar nem dar valor ao que não conheço, pois corro o risco de fazer uma análise ruim da minha pessoa, se a base vem de valores que não são meus, mas dos outros: são do mundo e esse mundo adora pendurar os valores em lugares tão altos, que nunca são alcançados.

E como é fácil para as pessoas caírem nas armadilhas do "eu não valho nada!" Se não possuo o corpo perfeito ou se não sou tão inteligente, não devo ser grande coisa. Não vale a pena gostar de mim e nem investir na vida e nas relações.

Quando a auto-estima é negativa, baixa, o crescimento fica estagnado, a coragem diante da vida diminui, desistimos até de arriscar coisas novas, de sonhar. Por isso, diz-se que a auto-estima é um valor de sobrevivência.

Se você consegue ter sentimentos de aceitação e aprovação a respeito da própria aparência, pensamentos e capacidades, a predisposição para ser bem aceito(a) e recebido(a) será maior. Ao estabelecer contatos, esses sentimentos farão parte da nossa atitude. E a nossa crença sobre nós mesmos é o que passamos aos outros. Se eu sei que sei, começo a acreditar nisso e crio confiança para agir conforme a minha verdade e vou em frente! E da autoconfiança para o auto-respeito é um passo.

A pessoa com auto-estima elevada é muitas vezes, considerada egoísta. Parece que ter amor-próprio significa excesso de vaidade e arrogância, quando deveria ser o mesmo que gostar corretamente. Saber se dar valor abre um mundo novo de relacionamentos com pessoas semelhantes, mais respeitosas, confiantes e hábeis, pois nos tornamos mais abertos e mais claros.

Evita-se também assim aqueles com "baixa -estima", que rodeiam a vida, e a intoxicam em vez de alimentar.

Muitas pessoas querem encontrar a "pessoa certa". Só podemos encontrar a pessoa, a vida e a atitude certas quando acharmos que nós somos a pessoa certa!

Lembre-se: Ame-se primeiro e muito. Se dê colo, força, apoio. Você merece.

Tenha certeza que assim, será impossível alguém não amar você e com mais amor ainda, vocês irão somar e não dividir. Afinal, amor nunca é demais!

(A.D)